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15 Dec 2011
8 Dec 2011
Após dia 11 Mar Piora Significativamente
Nos últimos dias a previsão agravou para o próximo fim-de-semana, contudo, adiar os Mergulhos de Natal para a Semana Seguinte, são pior opção; Período de vaga de 18 (muito remexido) e vagas acima de 7m!
Do mal o menos, antes da chegada do Natal! - Fim-de-semana de 10 e 11 Mergulhos em Vigo
5 Nov 2011
Que perspectivas para os recursos vivos do mar e a sua capacidade de produção? : Semana do Mar Edificio Transparente 2011
Que perspectivas para os recursos vivos do mar e a sua capacidade de produção?

Autor: Prof. Dr. António Afonso
Resumo:
Apesar do contínuo aumento do esforço de pesca a que se vem assistindo ao nível mundial, as capturas estagnaram ao longo dos últimos 10 anos em torno dos 90 milhões de toneladas ano, acumulando prejuízos que rondam os 50 000 milhões de dólares por ano.
Já não é possível alguém acreditar que seja viável continuar a explorar de forma tão intensiva os recursos vivos marinhos, sob pena de, em pouco tempo, se chegar a uma situação irreversível para muitos stocks. Sabemos hoje que existem recursos inesgotáveis!
É por isso necessário refletir sobre a situação atual e, simultaneamente, procurar encontrar um conjunto de soluções de sustentabilidade para esta atividade tão necessária para a população humana, tanto do ponto de vista dos produtores como dos consumidores.
Esta procura terá necessariamente que ter em conta as questões sociais que estão envolvidas. Cerca de 43 milhões de pessoas estão ligadas à atividade pesqueira em todo o mundo. Mas também, simultaneamente, as dificuldades não podem ser razão suficiente para que nada se faça, até que seja tarde para desencadear quaisquer medidas que invertam a tendência actual. Portugal emprega no setor das pescas (Pesca + Aquacultura + Indústria) cerca de 32 mil pessoas, o que estando longe de valores de outros tempos, representa ainda um sector que contribui para contrariar o desemprego que enfrentamos atualmente.
Entretanto, muitos países têm enveredado pela aquacultura, como forma de superar as dificuldades sentidas na obtenção de produtos do mar a partir da pesca.
Muitos países têm verificado possuir condições excecionais para esta forma de produção mas, também aqui, não se trata de uma atividade sem impacto ou isenta de riscos. Na verdade, esta forma de produção vive, em parte, dependente da pesca como fonte de alimentação, e é considerada uma atividade de alto risco, do ponto de vista económico.
Também aqui, ao contrário do que por vezes se acredita, Portugal não tem grandes potencialidades para a aquacultura. As possibilidades são limitadas, tanto em locais como em espécies passíveis de serem produzidas. Por isso, as oportunidades devem ser estudadas e aproveitadas, porque é urgente produzir.
A mudança de paradigma neste setor é imprescindível e decisões avisadas e construtivas são urgentes, para que também as próximas gerações tenham o que pescar, o que cultivar e o que comer.
A mudança é sempre causadora de incerteza e insegurança, mas a discussão é uma forma de todos em conjunto alcançarem as soluções necessárias.

Autor: Prof. Dr. António Afonso
Resumo:
Apesar do contínuo aumento do esforço de pesca a que se vem assistindo ao nível mundial, as capturas estagnaram ao longo dos últimos 10 anos em torno dos 90 milhões de toneladas ano, acumulando prejuízos que rondam os 50 000 milhões de dólares por ano.
Já não é possível alguém acreditar que seja viável continuar a explorar de forma tão intensiva os recursos vivos marinhos, sob pena de, em pouco tempo, se chegar a uma situação irreversível para muitos stocks. Sabemos hoje que existem recursos inesgotáveis!
É por isso necessário refletir sobre a situação atual e, simultaneamente, procurar encontrar um conjunto de soluções de sustentabilidade para esta atividade tão necessária para a população humana, tanto do ponto de vista dos produtores como dos consumidores.
Esta procura terá necessariamente que ter em conta as questões sociais que estão envolvidas. Cerca de 43 milhões de pessoas estão ligadas à atividade pesqueira em todo o mundo. Mas também, simultaneamente, as dificuldades não podem ser razão suficiente para que nada se faça, até que seja tarde para desencadear quaisquer medidas que invertam a tendência actual. Portugal emprega no setor das pescas (Pesca + Aquacultura + Indústria) cerca de 32 mil pessoas, o que estando longe de valores de outros tempos, representa ainda um sector que contribui para contrariar o desemprego que enfrentamos atualmente.
Entretanto, muitos países têm enveredado pela aquacultura, como forma de superar as dificuldades sentidas na obtenção de produtos do mar a partir da pesca.
Muitos países têm verificado possuir condições excecionais para esta forma de produção mas, também aqui, não se trata de uma atividade sem impacto ou isenta de riscos. Na verdade, esta forma de produção vive, em parte, dependente da pesca como fonte de alimentação, e é considerada uma atividade de alto risco, do ponto de vista económico.
Também aqui, ao contrário do que por vezes se acredita, Portugal não tem grandes potencialidades para a aquacultura. As possibilidades são limitadas, tanto em locais como em espécies passíveis de serem produzidas. Por isso, as oportunidades devem ser estudadas e aproveitadas, porque é urgente produzir.
A mudança de paradigma neste setor é imprescindível e decisões avisadas e construtivas são urgentes, para que também as próximas gerações tenham o que pescar, o que cultivar e o que comer.
A mudança é sempre causadora de incerteza e insegurança, mas a discussão é uma forma de todos em conjunto alcançarem as soluções necessárias.
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