25 Aug 2010

Indicadores de má visibilidade permanecem


Hoje, dia 25 de Agosto, ainda permanecem sinais de mar de fundo indicadores da má visibilidade das águas.

Já Mergulhou num Super-Petroleiro? Aegan Sea - 4 e 5 de Setembro

1992. - Aegean Sea
On 3 December 1992, the 114,000 tonne Greek-flagged OBO carrier Aegean Sea, carrying 80,000 tonnes of crude oil, grounded in bad weather while entering La Coruna, Spain.


The pilot was just about to board the ship when she grounded. The impact fractured the hull spilling about 74,000 tonnes which subsequently caught fire and the ship exploded. Being an OBO ship Aegean Sea had a double hull. The cause of the accident was again human error caused by faulty navigation in bad weather conditions.

Un poco de historia.

Todos recordamos las terribles imágenes del naufragio del barco petrolero "Mar Egeo" en la ria de La Coruña el 3 de Diciembre de 1992 aparecidas en la televisión. En la mente de muchas personas se revivió el desastre ecológico derivado del hundimiento del también petrolero "Urquiola". Una aguja de roca existente en el canal de entrada rajó el fondo del Urquiola cuando intentaba salir de la bahía tras haber tocado fondo una primera vez. Se derramaron decenas de miles de toneladas de petróleo crudo de gran densidad en el medio de la ría. En la segunda catástrofe, el "Mar Egeo" realizaba la maniobra de entrada de noche y con temporal cuando embarrancó a los pies de la Torre de Hércules. Inmensas columnas de fuego y humo, producto de la combustión de parte de las 80.000 toneladas de crudo ligero vertidas oscurecieron literalmente el cielo de la ciudad. Tantos accidentes (Exxon Valdez, Islas Settland, Canal de la Mancha, Oleoducto de Siberia) o delitos manifiestos como la quema de los pozos kuwaitíes y el enterramiento de vertidos nucleares nos deberían hacer conscientes de la magnitud de los atentados ecológicos que sufre el medio ambiente.

Los restos del "Mar Egeo" ya han sido golpeados por el mar de tal forma que la popa del barco, concretamente el puente completo descansa fuera de la acción de las olas normales. Sólo cuando llega un temporal el mar golpea sobre esta parte del casco, que ha ido arrastrándose sobre los acantilados por donde no lo habría subido ninguna grúa. Se puede apreciar como ha cambiado la situación y estado del naufragio en el año que media entre las fotos que acompañan este reportaje. La parte sumergida también ha experimentado cambios apreciables que sólo los pescadores submarinos conocen, ya que no es habitual la presencia de buceadores en la zona, aunque sería interesante para ellos. (La popa y hélice fueron desguazadas en 1998)

Las paredes de La Galera caen rápidamente hasta los catorce metros y en estas caídas es muy posible sorprender a un sargo comiendo de la piedra. Hay que ser sigiloso y estar muy atento a los recovecos porque en cuanto nos detecten su arrancada impedirá cualquier reacción por nuestra parte. También es aconsejable investigar los agujeros del talud existente entre los 14 y los 18 metros buscando pescado que haya subido a marisquear. Para los más avezados hay profundidad sin límite unos cuantos metros más hacia mar afuera, y en los veinte metros comienza el verdadero territorio de los grandes pintos denominados localmente "cabezones".

por: Fernando Abella 1997
 
Mais: 
El 13 de diciembre, el "Aegean Sea" ("Mar Egeo") petrolero de bandera griega construido en 1973, con 79.000 tn de crudo ligero encalla frente a la costa de A Coruña (NO de España) donde se incendia y hunde posteriormente. El crudo vertido ronda las 66.800 tn. El impacto de la marea negra no se hace esperar, 300 km de costa afectados, las rías de A Coruña, Ferrol, pesquerías, bancos marisqueros... unos 4.000 empleos directos paralizados por el desastre, las subvenciones tardan 10 años en llegar a los afectados.
Mar Egeo en llamas
 
 
 
 
 
 
 
 fonte: cetmar.org
Imagen Landsat. La Agencia Espacial Europea que en 1991 había lanzado el satélite ERS-1 provisto de un sensor radar cuyas propiedades permiten observar la Tierra a través de la nubes captó la imagen de la marea negra producida por el petrolero. 
 

Vista de satélite de la marea negra

Este é mais uma das hipóteses de um dos vários locais de mergulho que podemos visitar!
Veja também o RYTTERHOLM 

Participe nesta viagem, e não se esqueça das datas limite de inscrição, e respectivas condições para participar.



As marcações e comprovativos deverão ser feitos e enviados até dia 28 de Agosto até às 00h00.

Caso pretenda juntar-se ao grupo, contacte-nos: 
 via email aqui:

24 Aug 2010

Vento Volta a Mudar, mas Instável: Quadrante Oeste que tende a "sujar" as águas, alterna com Vento Sul






Esta alternância de vento dentro de cada dia, alternando de Oeste para Sul, Oeste para Sul, deixa uma verdadeira incógnita sobre as condições de visibilidade...
Em norma são necessários cerca de 2 dias de vento constante dos quadrantes favoráveis para garantir alguma visibilidade. 
Com esta previsão, qualquer mergulho será, um salto na surpresa, se bem que Oeste não costuma ser muito benevolente para a classe de Mergulhadores...

2 Instrutores GUE (Global Undewater Explorers) na Zona Norte

É com agrado que comunicamos que a Submersus tem dois instrutores da GUE:



Próximos cursos a serem  leccionados:

GUE Primer       

Já há cursos agendados no site da GUE, os interessados poderão entrar em contacto para mais pormenores.


Os cumprimentos e Parabéns em nome da ADNG DIVING aos novos instrutores.

Nudibrânquio Procura-se; Instituto Português de Malacologia Pede a Colaboração dos Mergulhadores

Instituto Português de Malacologia
Pede-nos o Instituto Português de Malacologia a divulgação da seguinte informação:
Caros mergulhadores,
No âmbito de um projecto de investigação cujo objectivo passa por comparar as defesas químicas de invertebrados marinhos de Portugal continental e Açores, vimos por este meio pedir a vossa colaboração para a captura de nudibrânquios da espécie Hypselodoris picta.
Estes animais encontram-se frequentemente em mergulhos no Algarve. Conforme se pode ver pela fotografia, são azuis e cobertos por pintas e riscas amarelas. O padrão de coloração é semelhante ao de outras espécies de nudibrânquios, mas este atinge tamanhos muito superiores (pode chegar aos 15 cm de comprimento). Os demais semelhantes nunca passam dos 4 cm e não são esses que queremos. Apenas cinco exemplares desta espécie, para a qual temos as devidas autorizações das autoridades marítimas e de conservação da natureza.
Agradecíamos se nos pudessem indicar locais de mergulho onde, este ano, tenham encontrado estes animais. Se durante algum mergulho encontrarem algum exemplar desta espécie, seria muito útil se o pudessem capturar e depois congelar e contactar-nos para o e-mail ipmalac@gmail.com ou telefone 967950055. Vamos lá buscá-los de imediato ou um de nós irá mergulhar convosco assim que possível. Esta espécie é anual, morrendo naturalmente os animais em Setembro, pelo que o tempo urge!
Muito obrigado pela ajuda!
Gonçalo Calado,
Coordenador do projecto
Instituto Português de Malacologia
Zoomarine, N125 km 65 Guia
8201-864 Albufeira

via:Portisub

23 Aug 2010

Tartarugas que deram à costa Algarvia apresentavam ferimentos causados por redes de pesca


De acordo com um comunicado feito pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), as tartarugas que deram à costa no Algarve este verão morreram devido a uma interferência com actividades humanas, como a pesca ou a náutica. O aumento da temperatura da água do mar promove a aproximação das tartarugas da costa Algarvia, onde estes animais estão menos seguros, ficando por vezes presos em redes de pesca e morrendo antes da sua captura acidental ser detectada.

Ver notícia completa aqui.

Oceanos mais azuis podem diminuir tempestades


Um grupo de cientistas da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) afirma que uma mudança na cor dos oceanos, de verde para azul, pode ser determinante na quantidade e intensidade da formação de ciclones. O estudo vai ser publicado na revista Geophysical Research Letters, e revela que basta uma transformação cromática para diminuir em 70 por cento o desenvolvimento de tufões, pelo menos nas águas da região norte do Oceano Pacífico, onde se forma a maior parte destes fenómenos.

Ver notícia completa aqui.

É o segundo grupo a publicar recentemente estudos sobre a influência do fitoplancton no clima global. Um estudo prévio já havia sugerido que a cor dos oceanos pode desviar furacões.