Overall Winner: "Flight of the Rays"
Photograph by Florian Schulz, WICEM/Barcroft/Fame Pictures
Thousands of Munk's devil rays crowd the Sea of Cortez off Mexico's Baja California Sur state (map) in 2009. The aerial image won top honors and the "Underwater World" category in the 2010 Environmental Photographer of the Year awards.
German photographer Florian Schulz said the scope of the ray congregations was unknown until he and a pilot happened upon the gathering while searching for migrating whales.
Perhaps just as rare is the composition Schulz captured. "I was able to show how these rays are jumping out of the water," he said, "and at the same time I'm able to show—almost like an underwater photograph—how there're layers and layers and layers of rays."
The International Union for Conservation Union lists Munk's devil rays as near threatened, due in part to their vulnerability to gill nets—hard-to-see "curtains" of netting.
Given ray gatherings like the one pictured, Schulz said, "you could imagine a single net could take thousands and thousands."
This helps explain why, upon seeing the winning photo, marine ecologist Giuseppe Notarbartolo di Sciara emailed Schulz to express his delight at seeing so many Munk's devil rays thriving in a single frame. Di Sciara helped identify the species in 1987.
Organized by the London-based Chartered Institution of Water and Environmental Management, the Environmental Photographer of the Year contest honors amateur and professional photographers who "raise awareness of environmental and social issues." This year's edition drew more than 4,500 entries from photographers in 97 countries.
—John Roach
Published September 29, 2010
30 Sep 2010
Semana da Imagem Subaquática de Portimão 2010
No seguimento do sucesso obtido nas edições anteriores, o PORTISUB e a APDM voltam a organizar uma nova edição da Semana da Imagem Subaquática de Portimão.
Contando com os indespensáveis apoios da Câmara Municipal de Portimão, do Museu de Portimão e da Algarve Film Comission, e com o patrocínio do Hotel Jupiter, esta iniciativa, traz a Portimão, uma vez mais, um conjunto de eventos ligados à fotografia e vídeo subaquático.
AGENDA
Sexta, 8 de Outubro
19h00 - Inauguração da exposição de fotografia com as melhores fotos do FOTODIGISUB 2009 - Troféu Nacional de Fotografia Subaquática, que estará exposta até 17 de Outubro
Sábado, 9 de Outubro
15h00 - VideoDigiSub 2010 - Festival de Vídeo Subaquático de Portimão
Domingo, 10 de Outubro - Museu de Portimão
21h00 - Exibição do multi-premiado documentário End of the Line, sobre a necessidade de preservar os recursos pesqueiros
Quarta, 13 de Outubro - Museu de Portimão
21h00 - Exibição do filme The Cove, sobre a captura de golfinhos no Japão, premiado com o Oscar de melhor documentário
Sábado, 16 de Outubro
09h00 - FotoDigiSub 2010 - Troféu nacional de fotografia subaquática - Etapa Final
Domingo, 17 de Outubro
13h00 - Almoço de encerramento do evento e entrega de prémios do CascoAntiguo FOTODIGISUB 2010
Contando com os indespensáveis apoios da Câmara Municipal de Portimão, do Museu de Portimão e da Algarve Film Comission, e com o patrocínio do Hotel Jupiter, esta iniciativa, traz a Portimão, uma vez mais, um conjunto de eventos ligados à fotografia e vídeo subaquático.
AGENDA
Sexta, 8 de Outubro
19h00 - Inauguração da exposição de fotografia com as melhores fotos do FOTODIGISUB 2009 - Troféu Nacional de Fotografia Subaquática, que estará exposta até 17 de Outubro
Sábado, 9 de Outubro
15h00 - VideoDigiSub 2010 - Festival de Vídeo Subaquático de Portimão
Domingo, 10 de Outubro - Museu de Portimão
21h00 - Exibição do multi-premiado documentário End of the Line, sobre a necessidade de preservar os recursos pesqueiros
Quarta, 13 de Outubro - Museu de Portimão
21h00 - Exibição do filme The Cove, sobre a captura de golfinhos no Japão, premiado com o Oscar de melhor documentário
Sábado, 16 de Outubro
09h00 - FotoDigiSub 2010 - Troféu nacional de fotografia subaquática - Etapa Final
Domingo, 17 de Outubro
13h00 - Almoço de encerramento do evento e entrega de prémios do CascoAntiguo FOTODIGISUB 2010
Lesmas-do-mar mais eficientes na fotossíntese do que algas

Investigadores portugueses descobrem que lesmas-do-mar fotossintéticas podem ser mais eficientes na fotossíntese do que as próprias algas que consomem. Já há muito tempo se conhece uma destas espécies com uma capacidade invulgar: guardar alguma da maquinaria das células das algas que consomem (os cloroplastos – as estruturas mais importantes para a fotossíntese) e mantê-los funcionais dentro das suas próprias células, produzindo assim parte do seu próprio alimento através da fotossíntese, tal como uma qualquer planta.
Notícia completa aqui.
29 Sep 2010
Perfis de Mergulho Invertidos: Agora Aceites. Mergulho Mais Profundo Primeiro? Ou Desnecessário?
Praticamente todos os mergulhadores aprenderam a fazer os perfis de mergulho de forma a que o primeiro mergulho do dia seja o mais profundo, seguindo-se dos restantes menos profundos.
Como poderá ver em baixo foram vários artigos apresentados no sentido de que, a regra já não se aplicará uma vez que os computadores de mergulho modernos são capazes de recalcular os seus mergulhos independentemente do perfil seleccionado, e, mantendo-se dentro dos limites não descompressivos (NDL).
Os estudos foram comprovados pelas entidades:
Deepest Dive First? Not Anymore
October 18, 2006
Announcing a major breakthrough in recreational diving thanks to dive computers and underwater scientists.
One of sport diving's most sacred rules has been challenged and found lacking: the prohibition against reverse dive profiles (following a shallow dive with a deeper one) that resulted in a phrase memorized by millions of divers: "Always do your deepest dive first."
Well, it turns out, if you're using a dive computer for multilevel diving, you can do your dives in any order you wish. Of course, use your dive computer intelligently and stay within the no-decompression limits. Yes, this reverse profile is fine—50 feet for 45 minutes followed one hour later by a dive to 90 feet for 20 minutes. The U.S. Navy tables would require an 18-minute decompression stop at 10 feet, and the PADI RDP does not allow for the second dive, as it is off the tables. All modern dive computers allow for these reverse profile dives.That's the conclusion of the "Reverse Dive Profiles Workshop" conducted at the Smithsonian Institution in Washington, D.C. Under the guidance of the Smithsonian's Michael Lang, the American Academy of Underwater Sciences, DAN, DEMA and Dive Training magazine, 49 leaders from a cross section of diving gathered to listen to 29 scholarly papers delivered over a two-day period, followed by eight discussion sessions to hammer out consensus findings.
The conclusions of the workshop are historic. Not only do they provide greater freedom for experienced computer divers to plan and execute multilevel dives; but the broader impact will likely be that the entire dive industry will take a more open-minded look at other rules of diving, skills and procedures, and then ask "Why?"
in: scubadiving.com
Controversial Reverse Dive Profiles
The May issue of Undercurrent published the results of a 2005 study conducted by Australian researchers Edmonds, McInness, and Bennet meant to refute the conclusions of the 1999 Reverse Dive Profile Workshop. In that workshop, held at the Smithsonian Institute and sponsored by DAN, DEMA, the American Association of Underwater Sciences (AAUS), and Dive Training magazine, 49 participants concluded that because of the lack of scientific evidence prohibiting reverse dive profiles (RDPs), they found no reason to recommend a prohibition against them. As Undercurrent reported in May, the only caveats were that RDPs should occur within the no decompression limits for recreational diving (130 feet), and depth differentials should be no greater than 40 feet. Although some participants didn’t agree that the prohibitions against RDPs should be abolished completely, all agreed on these restrictions to remain conservative and reach consensus.
in: Blue Planet Divers: Controversial Reverse Dive Profiles
Como poderá ver em baixo foram vários artigos apresentados no sentido de que, a regra já não se aplicará uma vez que os computadores de mergulho modernos são capazes de recalcular os seus mergulhos independentemente do perfil seleccionado, e, mantendo-se dentro dos limites não descompressivos (NDL).
Os estudos foram comprovados pelas entidades:
- American Academy of Underwater Sciences,
- DAN,
- DEMA
- Dive Training magazine.
Independentemente se acha que deverá manter o conservadorismo da Regra "Antiga", esteja informado(a) sobre os estudos mais recentes.
Deepest Dive First? Not Anymore
October 18, 2006
Announcing a major breakthrough in recreational diving thanks to dive computers and underwater scientists.
One of sport diving's most sacred rules has been challenged and found lacking: the prohibition against reverse dive profiles (following a shallow dive with a deeper one) that resulted in a phrase memorized by millions of divers: "Always do your deepest dive first."
Well, it turns out, if you're using a dive computer for multilevel diving, you can do your dives in any order you wish. Of course, use your dive computer intelligently and stay within the no-decompression limits. Yes, this reverse profile is fine—50 feet for 45 minutes followed one hour later by a dive to 90 feet for 20 minutes. The U.S. Navy tables would require an 18-minute decompression stop at 10 feet, and the PADI RDP does not allow for the second dive, as it is off the tables. All modern dive computers allow for these reverse profile dives.That's the conclusion of the "Reverse Dive Profiles Workshop" conducted at the Smithsonian Institution in Washington, D.C. Under the guidance of the Smithsonian's Michael Lang, the American Academy of Underwater Sciences, DAN, DEMA and Dive Training magazine, 49 leaders from a cross section of diving gathered to listen to 29 scholarly papers delivered over a two-day period, followed by eight discussion sessions to hammer out consensus findings.
The conclusions of the workshop are historic. Not only do they provide greater freedom for experienced computer divers to plan and execute multilevel dives; but the broader impact will likely be that the entire dive industry will take a more open-minded look at other rules of diving, skills and procedures, and then ask "Why?"
in: scubadiving.com
Controversial Reverse Dive Profiles
The May issue of Undercurrent published the results of a 2005 study conducted by Australian researchers Edmonds, McInness, and Bennet meant to refute the conclusions of the 1999 Reverse Dive Profile Workshop. In that workshop, held at the Smithsonian Institute and sponsored by DAN, DEMA, the American Association of Underwater Sciences (AAUS), and Dive Training magazine, 49 participants concluded that because of the lack of scientific evidence prohibiting reverse dive profiles (RDPs), they found no reason to recommend a prohibition against them. As Undercurrent reported in May, the only caveats were that RDPs should occur within the no decompression limits for recreational diving (130 feet), and depth differentials should be no greater than 40 feet. Although some participants didn’t agree that the prohibitions against RDPs should be abolished completely, all agreed on these restrictions to remain conservative and reach consensus.
in: Blue Planet Divers: Controversial Reverse Dive Profiles
The Sea Hunters: Mystery Submarine - The Search for Swiss Air Flight 111
On a warm summer night in 1998, Swiss Air Flight 111 fell from the sky into the North Atlantic, just off the coast of Nova Scotia, Canada. This tragic event triggered one of the largest and most extensive search and salvage efforts ever undertaken in the world’s oceans. During this incredible search, a long cylindrical object was discovered [The Underwater Channel]
Take Action to Protect Critical Habitats
How important are healthy ecosystems to human well-being? Ecosystems stabilize our climate, filter our drinking water, provide us food, and much more.
And what provides these services? The biodiversity – the myriad forms of life – within each ecosystem. When the richness of life inhabiting the world’s ecosystems is diminished, people’s well-being is diminished, too.
Yet from pole to pole, these ecosystems are at risk as the result of human development. The pressure is mounting like never before. Around the world, a species goes extinct every 20 minutes.
We must rise to this challenge.
Next month, world leaders will attend a meeting critical to the future of life on Earth. They’re gathering in Nagoya, Japan, for negotiations on the global Convention on Biological Diversity (CBD). The people attending this meeting have the power to take binding action to preserve life around the world.
Can you help us make sure that these world leaders do just that? Support Conservation International’s
goal: a global agreement to protect and effectively manage at least 25% of Earth’s land and inland waters and 15% of marine ecosystems by 2020:

We will collect your names and take them to Nagoya to demonstrate that people around the world—people like you—support the protection of ecosystems and, thereby, their biodiversity. We can send a message that protecting biodiversity is essential to the future of all life on Earth.
Ours is a meaningful goal that would have a real impact. Currently, only 13.9% of the world’s terrestrial areas are under formal protection. Less than 1% of the oceans are protected. And inland freshwater ecosystems have been almost entirely neglected by conservation efforts to date.
Help us increase those numbers—and join our movement to safeguard life around the world:
www.conservation.org/1525
And what provides these services? The biodiversity – the myriad forms of life – within each ecosystem. When the richness of life inhabiting the world’s ecosystems is diminished, people’s well-being is diminished, too.
Yet from pole to pole, these ecosystems are at risk as the result of human development. The pressure is mounting like never before. Around the world, a species goes extinct every 20 minutes.
We must rise to this challenge.
Next month, world leaders will attend a meeting critical to the future of life on Earth. They’re gathering in Nagoya, Japan, for negotiations on the global Convention on Biological Diversity (CBD). The people attending this meeting have the power to take binding action to preserve life around the world.
Can you help us make sure that these world leaders do just that? Support Conservation International’s
goal: a global agreement to protect and effectively manage at least 25% of Earth’s land and inland waters and 15% of marine ecosystems by 2020:
We will collect your names and take them to Nagoya to demonstrate that people around the world—people like you—support the protection of ecosystems and, thereby, their biodiversity. We can send a message that protecting biodiversity is essential to the future of all life on Earth.
Ours is a meaningful goal that would have a real impact. Currently, only 13.9% of the world’s terrestrial areas are under formal protection. Less than 1% of the oceans are protected. And inland freshwater ecosystems have been almost entirely neglected by conservation efforts to date.
Help us increase those numbers—and join our movement to safeguard life around the world:
www.conservation.org/1525
Os Riscos do Oxigénio com o Aumento da Profundidade: Undercurrent 09/2010
Aproveitando a Oportunidade :
Tradução via google
Os riscos de oxigênio em profundidade
"O que você deve saber se você mergulhar com Nitrox"
Depois de ter sido envolvido em uma discussão com um número de leitores a bordo Undercurrent boletim, tenho conhecimento de muitos equívocos sobre os reais riscos relacionados ao sistema nervoso central (SNC), toxicidade ao oxigênio e os efeitos bastante benigno de longo prazo "dose baixa "exposição. Porque tantos mergulhadores Nitrox usar estes dias e, portanto, estão expostos a altas pressões parciais de oxigênio do que seriam com ar comprimido regular, é importante entender que os elementos básicos da fisiologia do oxigênio. Há riscos reais se os limites não são observados, mas eles são relativamente pequenos e difíceis de atingir dentro do normal varia de mergulho e prática. Na maioria das vezes, o pânico injustificado ao longo de pouco superior a uma profundidade pode levar a taxas de subida excessiva, o abandono do camarada, ou o mau comportamento de outros, quando na verdade pouco risco manifesto. É um assunto confuso e tem alguma discussão mais aprofundada.
Como os mergulhadores, temos de nos preocupar principalmente com os efeitos da elevada pressão parcial de oxigênio que ocorrem à medida que desce. É a pressão parcial de oxigênio (PO2), que é mais crítico, e não o percentual de oxigênio em uma mistura.Há muitos equívocos sobre os reais riscos relacionados à toxicidade de oxigênio no sistema nervoso central, e os efeitos de mais longo prazo "baixa dose" de exposição.
A Lei de Dalton de pressões parciais
A pressão total exercida por uma mistura de gases é igual à soma das pressões parciais dos componentes da mistura (oxigênio e nitrogênio no caso de ar ou Nitrox), ou seja, P = P3 P2 P1 ("P" representa para cada individual de gás na mistura total), etc Em termos simples, a sua profundidade aumenta, há um correspondente aumento da pressão parcial de oxigênio. Na superfície, estamos naturalmente adaptados às PO2 0,21 atmosferas absolutas (ATA).
Para o ar, a PO2 a uma profundidade de 66 metros no oceano é expresso como 0,63 ATA de O2. Isto é derivado da multiplicação 0,21 (a percentagem de O2 no ar) pela pressão de ATAs: 0,21 X 3 = 0,63 ATAs de O2. Embora a percentagem de O2 no ar que respiramos permanecerá constante, a PO2 vai aumentar com a profundidade. Portanto, quando a respiração de ar comprimido a 66 metros, estamos respirando em três vezes tanto oxigênio, como fizemos na superfície.
O Perigo
O SNC é afetado principalmente na fase aguda, o que significa uma exposição relativamente alta, mas PO2. Resultados previsíveis seguirá se os limites forem ultrapassados oxigênio. Você pode usar a sigla VENTID para ajudar a lembrar o SNC sintomas de toxicidade O2
* Visão: qualquer perturbação, incluindo "visão de túnel", etc* Orelhas: as alterações na função auditiva normal* Náuseas: severidade pode variar e ser intermitente* Twitching: classicamente se manifestar nos músculos faciaisIrritabilidade *: mudanças de personalidade, ansiedade, confusão, etc* Tonturas: vertigem, desorientação
Mesmo um exame superficial desses efeitos deve ilustrar a gravidade da O2 CNS bateu em águas profundas. O início e gravidade dos sintomas não seguem nenhum padrão específico, e podem variar diariamente em um mergulhador. Não pode haver nenhum aviso de sintomas menos sérios antes de uma convulsão total é precipitado.
convulsões de oxigênio, por si só, não são intrinsecamente nocivas, mas imagine as implicações para um mergulhador abandonadas, ou até mesmo uma com um amigo próximo. Gestão de uma via aérea permeável e posterior resgate em uma situação tão extrema é quase impossível, o mergulhador e quase certamente se afogar.
Gerenciando Exposição ao Oxigênio
Nos idos de 1971, quando eu trabalhava em projetos de mergulho da Marinha, o limite P02 era comumente aceitos para 2,0 ATA. Ao longo dos anos, esta foi a recomendação recuou quase universal agora de 1,6 ATA, que é o equivalente de 132 metros de profundidade se você estiver usando Nitrox-32. Sim, você leu provavelmente recomendações conservadora para manter a sua PO2 no ponto 1.4 ou mesmo 1.3, mas não houve incidentes de toxicidade de oxigênio em 1,6, enquanto os prazos são devidamente observadas. O DAN Nitrox Workshop realizado em novembro de 2000 (eu estava na faculdade, juntamente com outros especialistas da indústria) universalmente concluiu que a PO2 de 1.6 era um limite operacional adequada para mergulhadores, terminando assim uma controvérsia em curso.
NOAA PO2 e Limites de tempo de exposição para mergulhadores de trabalho:Exposição dos limites normaisPressão parcial de oxigênio (PO2) no ATA 1,6 1,5 1,4 1,3Duração Máxima de Exposição Individual em Minutos 45 120 150 180 begin_of_the_skype_highlighting 45 120 150 180 end_of_the_skype_highlightingDuração Máxima Total, dia de 24 horas, em minutos 150 180 180 210 begin_of_the_skype_highlighting 150 180 180 210 end_of_the_skype_highlighting
No entanto, entendemos que a pressão parcial de oxigênio só faz parte da equação de oxigênio "dose". A outra variável é o tempo, normalmente expressa em minutos, a uma PO2 particular.
NOAA publicou uma tabela (acima) que permite que os mergulhadores de referência rápida para a exposição do plano.
Embora o risco potencial de toxicidade de oxigênio CNS não pode ser subestimada, a boa notícia é que o risco para os mergulhadores esporte é quase inexistente se os limites NOAA são observados uma vez que nunca foi um esporte de mergulho incidente de oxigênio dentro dos limites da NOAA.
A "dose de oxigênio" é por vezes referido como o "relógio de oxigênio", o que implica a limites de tempo com a PO2. Seu computador de mergulho Nitrox armazena essas informações em sua memória (juntamente com as configurações mutáveis PO2), e irá calcular a sua exposição. Este é geralmente expressa como uma porcentagem da dose máxima, em vez de em um minuto "contagem regressiva", como o tempo restante da parte inferior. Se a sua prática de mergulho é evitar a descompressão, você nunca vai abordar os limites de dose CNS, porque o seu limite de tempo não-deco sempre que ocorrer primeiro. Porque a maioria dos mergulhadores tendem a mergulhar em perfis multi-nível e não gastar o mergulho inteiro no PO2 máxima, o "relógio de oxigênio" real raramente vai mesmo chegar aos 20 por cento do limite da dose.
Note que não há mais perigo, com uma exposição de 50 por cento de oxigênio em 1,6 do que lá está com uma exposição de 50 por cento a 1,4 ou 1,3. É a dose total não, a PO2, que determina o seu fator de risco. É esta distinção que parece conduzir a um monte de confusão e sim sugestões absurdo maior conservadorismo.
Outras Considerações
Susceptibilidade à toxicidade de oxigênio é aumentada por outros fatores. Estes incluem níveis elevados de dióxido de carbono causadas por duras condições de trabalho ou esforço prolongado de natação. Sport mergulhadores normalmente não se aproximam dos níveis de esforço de reais mergulhadores que trabalham para que o NOAA / Marinha limites foram definidos.
Na verdade, a maioria dos mergulhadores nadam preguiçosamente ao redor do recife ou na parede, parando para tirar fotografias ou simplesmente apreciar as paisagens. A parte mais ativa do mergulho ocorre normalmente no início ou no fim, sempre que algum esforço maior de natação acontece descendente contra a corrente, que viajam para o ponto de partida, ou a nadar de volta ao barco ou em terra. E esta é geralmente em profundidades onde a PO2 é tão baixo a ponto de ser inconseqüente. Divers, como população, realmente não trabalho muito duro. Um monte de muito estridente alerta sobre a redução PO2s vieram aqueles que tinham uma compreensão incompleta de como os mergulhadores mergulho e quais são os limites da Marinha e NOAA foram projetados para aplicações em seu original.
PO2s irá, obviamente, precisam ser reduzidos se o seu plano de mergulho irá exceder os 45 minutos a 1,6 ATA. Mas para vocês em um único cilindro de mergulho de circuito aberto, quer respirar o ar ou Nitrox, é praticamente impossível alcançar a "dose" limite de tempo.
Respire Calmamente:"Breathe Easy"
O oxigênio tem certas janelas de risco bem definido. Mas os perigos são facilmente evitáveis, garantindo que os seus perfis de mergulho respeitar os limites NOAA. Defina seu PO2 em 1,6; relógio do seu computador exibir sua "dose" de acumulação, e não exceder o limite de profundidade máxima para a mistura Nitrox. O limite de profundidade para uma exposição PO2 1,6 em 32 por cento Nitrox é de 132 pés.
Se você vai mais fundo, você não vai entrar em combustão espontânea ou entrar em convulsões. Mas seu limite de tempo em profundidades vai reduzir.
Como regra geral, o nível de 1,6 para PO2, mas não se desespere se você brevemente for mais fundo.E o mais importante: inspire, expire, repita se necessário.
Você pode também ter ouvido vários referem-se a acompanhar o seu OTUs (unidade de tolerância de oxigênio). Refere-se a outro tipo de toxicidade de oxigênio que ocorre em exposições muito longas em PO2s relativamente baixo. Isto é principalmente uma reflexão para os mergulhadores de saturação ou lidar com pacientes em câmaras de descompressão. É impossível para os mergulhadores em circuito aberto para atingir dose OTU suficiente para atender a qualquer discussão prática. Se você observar os limites do CNS, OTUs cuidar de si.
Bret Gilliam é um veterano de 40 anos da indústria do mergulho profissional. Fundou Technical Diving International (TDI) e criado as normas e procedimentos para mergulhadores nitrox formação para essa agência. Ele tem publicado sobre os temas do nitrox, gás misto, rebreathers, mergulho técnico, fisiologia do oxigênio e tratamento de emergência para os mergulhadores em câmaras de recompressão e em áreas remotas onde a evacuação não é uma opção.
Fonte original:
The Risks of Oxygen at Increased Depth: Undercurrent 09/2010
Free Trial Offer:
Get Free Access to Every Page on the Undercurrent Website
Get Free Access to Every Page on the Undercurrent Website
Dear Fellow Diver,
You Now Have Free Access to Every Page on the Undercurrent Website: read all back issues, read our reader reports of dive trips,what you better know if you’re diving with Nitrox
from the September, 2010 issue of Undercurrent
Having been engaged in a discussion with a number of readers on Undercurrent’s bulletin board, I’ve become aware of many misconceptions about the real risks related to central nervous system (CNS) oxygen toxicity and the rather benign effects of longer-term “low dose” exposure. Because so many divers use Nitrox these days and therefore are exposed to higher oxygen partial pressures than they would be with regular compressed air, it’s important they understand the basic elements of oxygen physiology. There are real risks if limits are not observed, but they are relatively small and difficult to attain within normal diving ranges and practice. More often than not, unwarranted panic over slightly exceeding a depth can lead to excessive ascent rates, buddy abandonment, or other bad behavior when little risk will actually manifest. It’s a confusing subject and bears some more in-depth discussion.
As divers, we must be concerned primarily with the effects of elevated partial pressures of oxygen that occur as we descend. It’s the partial pressure of oxygen (PO2) that is most critical, not the percentage of oxygen in a mix.
There are many misconceptions about the real risks related to central nervous system oxygen toxicity, and the effects of longerterm “low dose” exposure.
Tradução via google
(nota a tradução automática via google poderá conter erros quer de tradução como de intrepretação):
"O que você deve saber se você mergulhar com Nitrox"
Depois de ter sido envolvido em uma discussão com um número de leitores a bordo Undercurrent boletim, tenho conhecimento de muitos equívocos sobre os reais riscos relacionados ao sistema nervoso central (SNC), toxicidade ao oxigênio e os efeitos bastante benigno de longo prazo "dose baixa "exposição. Porque tantos mergulhadores Nitrox usar estes dias e, portanto, estão expostos a altas pressões parciais de oxigênio do que seriam com ar comprimido regular, é importante entender que os elementos básicos da fisiologia do oxigênio. Há riscos reais se os limites não são observados, mas eles são relativamente pequenos e difíceis de atingir dentro do normal varia de mergulho e prática. Na maioria das vezes, o pânico injustificado ao longo de pouco superior a uma profundidade pode levar a taxas de subida excessiva, o abandono do camarada, ou o mau comportamento de outros, quando na verdade pouco risco manifesto. É um assunto confuso e tem alguma discussão mais aprofundada.
Como os mergulhadores, temos de nos preocupar principalmente com os efeitos da elevada pressão parcial de oxigênio que ocorrem à medida que desce. É a pressão parcial de oxigênio (PO2), que é mais crítico, e não o percentual de oxigênio em uma mistura.Há muitos equívocos sobre os reais riscos relacionados à toxicidade de oxigênio no sistema nervoso central, e os efeitos de mais longo prazo "baixa dose" de exposição.
A Lei de Dalton de pressões parciais
A pressão total exercida por uma mistura de gases é igual à soma das pressões parciais dos componentes da mistura (oxigênio e nitrogênio no caso de ar ou Nitrox), ou seja, P = P3 P2 P1 ("P" representa para cada individual de gás na mistura total), etc Em termos simples, a sua profundidade aumenta, há um correspondente aumento da pressão parcial de oxigênio. Na superfície, estamos naturalmente adaptados às PO2 0,21 atmosferas absolutas (ATA).
Para o ar, a PO2 a uma profundidade de 66 metros no oceano é expresso como 0,63 ATA de O2. Isto é derivado da multiplicação 0,21 (a percentagem de O2 no ar) pela pressão de ATAs: 0,21 X 3 = 0,63 ATAs de O2. Embora a percentagem de O2 no ar que respiramos permanecerá constante, a PO2 vai aumentar com a profundidade. Portanto, quando a respiração de ar comprimido a 66 metros, estamos respirando em três vezes tanto oxigênio, como fizemos na superfície.
O Perigo
O SNC é afetado principalmente na fase aguda, o que significa uma exposição relativamente alta, mas PO2. Resultados previsíveis seguirá se os limites forem ultrapassados oxigênio. Você pode usar a sigla VENTID para ajudar a lembrar o SNC sintomas de toxicidade O2
* Visão: qualquer perturbação, incluindo "visão de túnel", etc* Orelhas: as alterações na função auditiva normal* Náuseas: severidade pode variar e ser intermitente* Twitching: classicamente se manifestar nos músculos faciaisIrritabilidade *: mudanças de personalidade, ansiedade, confusão, etc* Tonturas: vertigem, desorientação
Mesmo um exame superficial desses efeitos deve ilustrar a gravidade da O2 CNS bateu em águas profundas. O início e gravidade dos sintomas não seguem nenhum padrão específico, e podem variar diariamente em um mergulhador. Não pode haver nenhum aviso de sintomas menos sérios antes de uma convulsão total é precipitado.
convulsões de oxigênio, por si só, não são intrinsecamente nocivas, mas imagine as implicações para um mergulhador abandonadas, ou até mesmo uma com um amigo próximo. Gestão de uma via aérea permeável e posterior resgate em uma situação tão extrema é quase impossível, o mergulhador e quase certamente se afogar.
Gerenciando Exposição ao Oxigênio
Nos idos de 1971, quando eu trabalhava em projetos de mergulho da Marinha, o limite P02 era comumente aceitos para 2,0 ATA. Ao longo dos anos, esta foi a recomendação recuou quase universal agora de 1,6 ATA, que é o equivalente de 132 metros de profundidade se você estiver usando Nitrox-32. Sim, você leu provavelmente recomendações conservadora para manter a sua PO2 no ponto 1.4 ou mesmo 1.3, mas não houve incidentes de toxicidade de oxigênio em 1,6, enquanto os prazos são devidamente observadas. O DAN Nitrox Workshop realizado em novembro de 2000 (eu estava na faculdade, juntamente com outros especialistas da indústria) universalmente concluiu que a PO2 de 1.6 era um limite operacional adequada para mergulhadores, terminando assim uma controvérsia em curso.
NOAA PO2 e Limites de tempo de exposição para mergulhadores de trabalho:Exposição dos limites normaisPressão parcial de oxigênio (PO2) no ATA 1,6 1,5 1,4 1,3Duração Máxima de Exposição Individual em Minutos 45 120 150 180 begin_of_the_skype_highlighting 45 120 150 180 end_of_the_skype_highlightingDuração Máxima Total, dia de 24 horas, em minutos 150 180 180 210 begin_of_the_skype_highlighting 150 180 180 210 end_of_the_skype_highlighting
No entanto, entendemos que a pressão parcial de oxigênio só faz parte da equação de oxigênio "dose". A outra variável é o tempo, normalmente expressa em minutos, a uma PO2 particular.
NOAA publicou uma tabela (acima) que permite que os mergulhadores de referência rápida para a exposição do plano.
Embora o risco potencial de toxicidade de oxigênio CNS não pode ser subestimada, a boa notícia é que o risco para os mergulhadores esporte é quase inexistente se os limites NOAA são observados uma vez que nunca foi um esporte de mergulho incidente de oxigênio dentro dos limites da NOAA.
A "dose de oxigênio" é por vezes referido como o "relógio de oxigênio", o que implica a limites de tempo com a PO2. Seu computador de mergulho Nitrox armazena essas informações em sua memória (juntamente com as configurações mutáveis PO2), e irá calcular a sua exposição. Este é geralmente expressa como uma porcentagem da dose máxima, em vez de em um minuto "contagem regressiva", como o tempo restante da parte inferior. Se a sua prática de mergulho é evitar a descompressão, você nunca vai abordar os limites de dose CNS, porque o seu limite de tempo não-deco sempre que ocorrer primeiro. Porque a maioria dos mergulhadores tendem a mergulhar em perfis multi-nível e não gastar o mergulho inteiro no PO2 máxima, o "relógio de oxigênio" real raramente vai mesmo chegar aos 20 por cento do limite da dose.
Note que não há mais perigo, com uma exposição de 50 por cento de oxigênio em 1,6 do que lá está com uma exposição de 50 por cento a 1,4 ou 1,3. É a dose total não, a PO2, que determina o seu fator de risco. É esta distinção que parece conduzir a um monte de confusão e sim sugestões absurdo maior conservadorismo.
Outras Considerações
Susceptibilidade à toxicidade de oxigênio é aumentada por outros fatores. Estes incluem níveis elevados de dióxido de carbono causadas por duras condições de trabalho ou esforço prolongado de natação. Sport mergulhadores normalmente não se aproximam dos níveis de esforço de reais mergulhadores que trabalham para que o NOAA / Marinha limites foram definidos.
Na verdade, a maioria dos mergulhadores nadam preguiçosamente ao redor do recife ou na parede, parando para tirar fotografias ou simplesmente apreciar as paisagens. A parte mais ativa do mergulho ocorre normalmente no início ou no fim, sempre que algum esforço maior de natação acontece descendente contra a corrente, que viajam para o ponto de partida, ou a nadar de volta ao barco ou em terra. E esta é geralmente em profundidades onde a PO2 é tão baixo a ponto de ser inconseqüente. Divers, como população, realmente não trabalho muito duro. Um monte de muito estridente alerta sobre a redução PO2s vieram aqueles que tinham uma compreensão incompleta de como os mergulhadores mergulho e quais são os limites da Marinha e NOAA foram projetados para aplicações em seu original.
PO2s irá, obviamente, precisam ser reduzidos se o seu plano de mergulho irá exceder os 45 minutos a 1,6 ATA. Mas para vocês em um único cilindro de mergulho de circuito aberto, quer respirar o ar ou Nitrox, é praticamente impossível alcançar a "dose" limite de tempo.
Respire Calmamente:"Breathe Easy"
O oxigênio tem certas janelas de risco bem definido. Mas os perigos são facilmente evitáveis, garantindo que os seus perfis de mergulho respeitar os limites NOAA. Defina seu PO2 em 1,6; relógio do seu computador exibir sua "dose" de acumulação, e não exceder o limite de profundidade máxima para a mistura Nitrox. O limite de profundidade para uma exposição PO2 1,6 em 32 por cento Nitrox é de 132 pés.
Se você vai mais fundo, você não vai entrar em combustão espontânea ou entrar em convulsões. Mas seu limite de tempo em profundidades vai reduzir.
Como regra geral, o nível de 1,6 para PO2, mas não se desespere se você brevemente for mais fundo.E o mais importante: inspire, expire, repita se necessário.
Você pode também ter ouvido vários referem-se a acompanhar o seu OTUs (unidade de tolerância de oxigênio). Refere-se a outro tipo de toxicidade de oxigênio que ocorre em exposições muito longas em PO2s relativamente baixo. Isto é principalmente uma reflexão para os mergulhadores de saturação ou lidar com pacientes em câmaras de descompressão. É impossível para os mergulhadores em circuito aberto para atingir dose OTU suficiente para atender a qualquer discussão prática. Se você observar os limites do CNS, OTUs cuidar de si.
Você não tem que ter um dia de folga desde o mergulho no meio da semana para permitir a "saída de gás de oxigênio".
Bret Gilliam é um veterano de 40 anos da indústria do mergulho profissional. Fundou Technical Diving International (TDI) e criado as normas e procedimentos para mergulhadores nitrox formação para essa agência. Ele tem publicado sobre os temas do nitrox, gás misto, rebreathers, mergulho técnico, fisiologia do oxigênio e tratamento de emergência para os mergulhadores em câmaras de recompressão e em áreas remotas onde a evacuação não é uma opção.
Fonte original:
The Risks of Oxygen at Increased Depth: Undercurrent 09/2010
Subscribe to:
Posts (Atom)








